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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Impureza

No Antigo Testamento, qualquer pessoa que tocava num leproso, cadáver ou em um animal considerado imundo, era considerado impura.
Certamente que o apóstolo Paulo não está considerando esse tipo de impureza, mas sim os diversos vícios sexuais que eram praticados naquela comunidade. Embora ele não tenha definido que tipos de vícios eram, supõe-se que, dentre elas, se referia à homossexualidade e ao abuso das funções sexuais, que corrompem o indivíduo a ponto de torná-lo espiritualmente impuro.
Definir a impureza sexual é muito difícil, haja vista que depende muito da consciência de cada um. O mesmo apóstolo afirma:

Prostituição


Muito embora a prostituição esteja relacionada mais com o sexo desmoralizado, ainda assim, ela vai bem mais além. O sentido original do termo, realmente, significa a prática comercial do sexo, mas também pode significar a prostituição espiritual, que é a comercialização da fé, ou seja, utilizar a fé cristã para benefícios próprios.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Adultério


Os mandamentos de Deus proíbem o adultério. A Bíblia diz em Êxodo 20:14 “Não adulterarás.” 
Deixar a esposa ou o esposo, por causa de outra pessoa, é legalmente possível, mas é adultério aos olhos de Deus. A Bíblia diz em Lucas 16:18 “Todo aquele que repudia sua mulher e casa com outra, comete adultério; e quem casa com a que foi repudiada pelo marido, também comete adultério.” 
Cobiçar a mulher ou o homen alheio é uma forma de adultério. A Bíblia diz em Mateus 5:27-28 “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Obras da carne


         
         O tempo parece ser propício para o bom sentimento religioso.  Há um espírito de alegria, a mensagem é animadora.  E contra isso em si não temos queixa.  O evangelho é uma mensagem bem positiva.  É uma mensagem de salvação e de redenção ­ uma palavra de graça e de alegria.  Mas não é uma graça barata, nem uma alegria fácil.  E é exatamente aqui que me encontro ansioso com o espírito religioso de nossos dias ­ um espírito que embrulha e vende o "evangelho" como se faz com óleo de cobra, um remédio de charlatão de rápida ação, que cura tudo e nada exige.  Como certa vez observou C. S. Lewis, o evangelho no final das contas é bastante confortador, mas não se inicia assim.  A palavra de Cristo no começo nos desfaz em pedaços num desmascarar doloroso de nossos pecados (veja Romanos 13), depois com amor e cuidado nos torna inteiros de novo (Salmos 51:8).  O evangelho é livre, mas não é fácil.  Não há nascimento sem dores de parto, não há liberdade sem disciplina, não há vida sem morte, não há "sim" sem "não".  É nesse espírito que se escolheu o tema desta edição da revista.  Não para levantar um eterno "Não", mas para reconhecer que a vida em Cristo tem inimigos mortais que têm que ser resistidos sem compromisso.
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